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Luís de Camões (1524-1580)
Foto de Luís de Camões

Luís de Camões (1524-1580) é considerado uma das maiores figuras da língua portuguesa e a sua maior obra foi «Os Lusíadas».

Biografia de Luís de Camões
Luís Vaz de Camões foi um poeta português que nasceu em 1524 e se celebrizou pela sua magnífica obra «Os Lusíadas». É considerado o maior poeta da língua portuguesa. A sua mestria na composição dos versos é comparada à de Shakespeare, Vondel, Homero, Virgílio e Dante. Escreveu bastante poesia lírica e drama mas ficará para sempre conhecido pela sua obra épica Os Lusíadas.

Muitos detalhes da vida de Camões são desconhecidos mas pensa-se que nasceu por volta do ano de 1524. Seus pais foram Simão Vaz de Camões e Ana de Sá de Macedo. Nasceu em Lisboa, Coimbra, Alenquer ou Constância, ninguém sabe ao certo. A família de Camões é originária do norte de Portugal, região de Chaves.

Camões foi educado por Dominicanos e Jesuítas. Frequentou, por um curto período, a Universidade de Coimbra, no curso de Humanidades. Tinha acesso a literatura única, como os clássicos gregos, romanos e outros trabalhos em latim.

Conta-se também que levava uma vida boémia, frequentando tavernas e envolvendo-se em arruaças e relações amorosas tumultuosas. Alistou-se como soldado em Ceuta, sendo os motivos para a viagem duvidosos, mas a sua estada ali é aceite como facto, permanece dois anos e perde o olho direito numa batalha naval no Estreito de Gibraltar. De regresso a Lisboa, não tardou em retomar a vida boémia.

Viajou na nau São Bento, da frota de Fernão Álvares Cabral, que largou do Tejo em 24 de março de 1553. Durante a viagem passou pelas regiões onde Vasco da Gama navegara, enfrentou uma tempestade no Cabo da Boa Esperança onde se perderam as três outras naus da frota, e aportou em Goa em 1554.

Provavelmente nesta época já iniciara a escrita de «Os Lusíadas». Ao retornar a Goa em 1556, encontrou no governo Dom Francisco Barreto, para quem compôs o Auto de Filodemo, o que sugere que Barreto lhe fosse favorável. Os primeiros biógrafos, contudo, divergem sobre as relações de Camões com o governante. Na mesma época teria surgido a público uma sátira anónima criticando a imoralidade e a corrupção reinantes, que foi atribuída a Camões. Sendo as sátiras condenadas pelas Ordenações Manuelinas, terá sido preso por isso. É possível que permanecesse na prisão até 1561, ou antes disso tenha sido novamente condenado, pois, assumindo o governo Dom Francisco Coutinho, foi por ele liberto, empregado e protegido. Deve ter sido nomeado para a função de Provedor-mor dos Defuntos e Ausentes para Macau em 1562, desempenhando-a de facto de 1563 até 1564 ou 1565. Nesta época, Macau era um entreposto comercial ainda em formação, sendo um lugar quase deserto. Diz a tradição que ali teria escrito parte d'Os Lusíadas numa gruta, que mais tarde recebeu o seu nome.

Na viagem de volta a Goa, naufragou, conforme diz a tradição, junto à foz do rio Mekong, salvando-se apenas ele e o manuscrito d' Os Lusíadas. Certos biógrafos afirmam que lhe foi prometido um posto oficial na feitoria de Chaul, mas não chegou a tomar posse. Severim de Faria disse que os anos finais passados em Goa foram entretidos com a poesia e com as atividades militares, onde sempre demonstrou bravura, prontidão e lealdade à Coroa.

Camões morreu no dia 10 de junho de 1580, que passou também a ser o dia de Portugal.

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Obra de Luís de Camões
Capa do livro Os Lusíadas
Ano: 1572
A grande obra poética de Luís de Camões onde é consagrada a história de Portugal até à epopeia dos descobrimentos.

Camões terá escrito a maior part...



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