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> > Crepúsculo dos Ídolos

Capa do livro Crepúsculo dos Ídolos de Friedrich Nietzsche
Título: Götzen-Dämmerung oder Wie man mit dem Hammer philosophiert
Ano de Edição: 1888
Páginas: 106
Sinopse:
Crepúsculo dos Ídolos, ou Como Filosofar com o Martelo (no original em alemão: Götzen-Dämmerung oder Wie man mit dem Hammer philosophiert) foi a penúltima obra de Nietzsche, editada em 1888, pouco antes de o filósofo perder a razão. O próprio Nietzsche a caracterizou como um aperitivo, destinado a "abrir o apetite" dos leitores para a sua filosofia. Trata-se de uma síntese introdutória de toda a sua obra. A crítica a todo o tipo de idolatria está patente do início ao fim deste livro. Uma batalha contra os "Deuses", as ilusões antigas e novas do Ocidente: a moral cristã, os grandes equívocos da filosofia, as ideias e tendências modernas e seus mentores. De tão variados e abrangentes, esses ataques compõem um mosaico dos temas e atitudes do autor: o perspectivismo, o aristocratismo, o realismo ante a sexualidade, o materialismo, a abordagem psicológica de artistas e pensadores, a misoginia. O título é uma alusão à opera de Wagner, Crepúsculo dos Deuses. No subtítulo, a palavra "martelo" deve ser entendida como marreta, para destroçar os ídolos, e também como diapasão, para, ao tocar as estátuas dos ídolos, comprovar que são ocos.
Curiosidades:
O homem é apenas um erro de Deus? Ou Deus apenas um erro do homem?
Excerto:
«Segundo sua origem, Sócrates pertence à camada mais baixa do povo. Sócrates era plebe. Sabe-se, ainda se pode até mesmo ver, quão feio ele era. Mas a feiúra, em si uma objeção, é entre os gregos quase uma refutação. Sócrates era afinal de contas um grego? »
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Os capítulos deste livro:
Capítulo 1 1
Capítulo 2 2
Capítulo 3 8
Capítulo 4 15
Capítulo 5 21
Capítulo 6 23
Capítulo 7 30
Capítulo 8 40
Capítulo 9 45
Capítulo 10 53
Capítulo 11 98
Capítulo 12 106
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