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Capítulo 28: CAPÍTULO XVIII - FLEBUNT EUNTES

Página 133
CAPÍTULO XVIII - FLEBUNT EUNTES

(AO SR. ALEXANDRE HERCULANO)

I

Também sei, também sei o que são lágrimas!

E sei quanto se deve

Às cinzas dos Avós, quando as lançamos

Aos ventos do oceano!

II

Eu falo das ruínas do passado,

E de glórias futuras;

E meu peito está cheio de desejos

E aspirações imensas.

E solto o canto, ébrio de esperanças,

Ao ver a nova Aurora:

E ergo a face, e meus olhos são de chama,

Por saudar a Justiça!

E ao ver a grande Lei, que vem correndo

Pela encosta dos tempos,

Como carro, e esmagando os troncos velhos,

E deslocando tudo;

Bato as mãos - porque o eixo desse carro

É o braço da Verdade!

E o motor, que o impele, é a caldeira

Gigante do Progresso!

III

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pág. 133 (Capítulo 28)

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Capa do livro Odes Modernas
Páginas: 143
Página atual: 133

 
   
 
   
Os capítulos deste livro:
LIVRO PRIMEIRO – CAPÍTULO I – PANTEÍSMO 1
CAPÍTULO II - À HISTÓRIA 7
CAPÍTULO III - A IDEIA 27
CAPÍTULO IV – PATER 33
CAPÍTULO V – VIDA 47
CAPÍTULO VI – DIÁLOGO 57
CAPÍTULO VII - LUZ DO SOL, LUZ DA RAZÃO 58
CAPÍTULO VIII - ET COELUM ET VIRTUS 61
CAPÍTULO IX - TENTANDA VIA 64
CAPÍTULO X - MAIS LUZ! 69
LIVRO PRIMEIRO - CAPÍTULO I - TESE E ANTÍTESE 70
CAPÍTULO II - SECOL’ SI RINUOVA 72
CAPÍTULO III 85
CAPÍTULO IV - JUSTITIA MATER 86
CAPÍTULO V - NO TEMPLO 87
CAPÍTULO VI - PALAVRAS DUM CERTO MORTO 90
CAPÍTULO VII - AOS MISERÁVEIS 91
CAPÍTULO VIII - A UM CRUCIFIXO 99
CAPÍTULO IX 101
CAPÍTULO X – SOMBRA 102
CAPÍTULO XI - CARMEN LEGIS… 105
CAPÍTULO XII 111
CAPÍTULO XIII - VERSOS ESCRITOS NA MARGEM DE UM MISSAL 113
CAPÍTULO XIV - À EUROPA 116
CAPÍTULO XV 124
CAPÍTULO XVI – POBRES 125
CAPÍTULO XVII – ACUSAÇÃO 132
CAPÍTULO XVIII - FLEBUNT EUNTES 133