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Capítulo 12: CAPÍTULO II - SECOL’ SI RINUOVA

Página 72
CAPÍTULO II - SECOL’ SI RINUOVA

(Ao SR. J. P. OLIVEIRA MARTINS)

I

Não sei que pé, na estrada do Infinito,

Vai andando, não sei! mas as Cidades

E os Templos e, nos altos minaretes,

A Meia-Lua, e a Cruz nas altas torres,

E os Castelos antigos e os Palácios,

- Tudo quanto aí estava edificado

E assente como a rocha sobre o monte

- Tudo sente pavor e se perturba

E sem tremor pressago de ruína

E se escurece e teme…

Das alturas

Do passado, olha o abismo do futuro

E, vendo-o a vez primeira tão cavado,

Tão lívido por baixo e, por instantes,

Cortado de relâmpagos… anseia

E tem vertigens de atirar-se ao pego!

A ossada das Babéis do mundo antigo

Gemeu - e viu-se então esse esqueleto,

À luz de incêndio estranho, conchegando,

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pág. 72 (Capítulo 12)

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Capa do livro Odes Modernas
Páginas: 143
Página atual: 72

 
   
 
   
Os capítulos deste livro:
LIVRO PRIMEIRO – CAPÍTULO I – PANTEÍSMO 1
CAPÍTULO II - À HISTÓRIA 7
CAPÍTULO III - A IDEIA 27
CAPÍTULO IV – PATER 33
CAPÍTULO V – VIDA 47
CAPÍTULO VI – DIÁLOGO 57
CAPÍTULO VII - LUZ DO SOL, LUZ DA RAZÃO 58
CAPÍTULO VIII - ET COELUM ET VIRTUS 61
CAPÍTULO IX - TENTANDA VIA 64
CAPÍTULO X - MAIS LUZ! 69
LIVRO PRIMEIRO - CAPÍTULO I - TESE E ANTÍTESE 70
CAPÍTULO II - SECOL’ SI RINUOVA 72
CAPÍTULO III 85
CAPÍTULO IV - JUSTITIA MATER 86
CAPÍTULO V - NO TEMPLO 87
CAPÍTULO VI - PALAVRAS DUM CERTO MORTO 90
CAPÍTULO VII - AOS MISERÁVEIS 91
CAPÍTULO VIII - A UM CRUCIFIXO 99
CAPÍTULO IX 101
CAPÍTULO X – SOMBRA 102
CAPÍTULO XI - CARMEN LEGIS… 105
CAPÍTULO XII 111
CAPÍTULO XIII - VERSOS ESCRITOS NA MARGEM DE UM MISSAL 113
CAPÍTULO XIV - À EUROPA 116
CAPÍTULO XV 124
CAPÍTULO XVI – POBRES 125
CAPÍTULO XVII – ACUSAÇÃO 132
CAPÍTULO XVIII - FLEBUNT EUNTES 133
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