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Capítulo 12: Capítulo 12

Página 99
ONZE

Como sabemos, a Criação é um quadrado perfeito e quatro é o número da criação ou do universo criado. Dos quatro cantos do mundo quatro ventos podem soprar, três maus e um bom. Estarem todos os ventos à solta significa caos no ar e destruição na terra.

Por isso é dito aos quatro anjos dos ventos que os retenham e não deixem ferir nem a terra, nem o mar, nem as árvores; quer dizer, o mundo real.

Há, porém, um vento místico do Oriente que eleva o sol e a lua como navios de velas enfunadas e os transporta pelo céu como naves suavemente impelidas. - Era uma das crenças do século II a. C. - Deste Oriente sobe o anjo que em pleno soprar dos ventos da destruição clama por uma pausa enquanto ele estiver a marcar na testa os servos de Deus. Depois, as doze tribos de judeus são fastidiosamente enumeradas e assinaladas: uma fastidiosa cerimónia judaica.

Mas a visão transforma-se, vemos uma grande multidão de pé vestida de branco e com folhas de palmeira nas mãos que clama, com voz forte, à frente do trono e do Cordeiro: «Salvação ao nosso Deus, que está sentado sobre o trono, e ao Cordeiro.» Nessa altura os anjos, os anciãos e os quatro animais alados põem-se de rosto contra o chão e adoram Deus dizendo: «Bênção, e claridade, e sabedoria, e acção de graças, e honra, e virtude, e fortaleza ao nosso Deus, por séculos de séculos. Ámen.»

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Capa do livro Apocalipse
Páginas: 180
Página atual: 99

 
   
 
   
Os capítulos deste livro:
Capítulo 1 1
Capítulo 2 4
Capítulo 3 14
Capítulo 4 18
Capítulo 5 27
Capítulo 6 33
Capítulo 7 46
Capítulo 8 69
Capítulo 9 75
Capítulo 10 77
Capítulo 11 89
Capítulo 12 99
Capítulo 13 102
Capítulo 14 107
Capítulo 15 112
Capítulo 16 122
Capítulo 17 128
Capítulo 18 143
Capítulo 19 149
Capítulo 20 155
Capítulo 21 160
Capítulo 22 161
Capítulo 23 162
Capítulo 24 170
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