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Capítulo 2: Capítulo 2

Página 12
Hoje em dia, estas palavras ainda são declamadas e às vezes berradas contra o papa e os católicos romanos que parecem continuar de cabeça erguida. Contudo, hoje ainda é frequente que Babilónia signifique gente rica e má que vive no luxo e na devassidão algures, em lugares distantes, Londres, Nova Iorque ou na pior de todas, Paris, e nem uma vez na vida chega a pôr os pés numa «igreja».

Se formos pobres mas não humildes - e os pobres podem ser subservientes mas quase nunca são verdadeiramente humildes, no sentido cristão do termo -, é muito agradável reduzir os grandes inimigos à total destruição e à desgraça enquanto nos elevamos até alcançar a grandeza. E em nenhum lado isto acontece de tão esplendorosa forma como na Revelação. Aos olhos de Jesus, o grande inimigo era o fariseu que batia sempre a tecla da letra da lei. Contudo, para o mineiro ou o operário, o fariseu é uma coisa muito remota e subtil. É raro o Exército de Salvação bradar pelas esquinas contra os fariseus. Brada, sim, contra o Sangue do Cordeiro, a Babilónia, o Sião, os Pecadores, a grande prostituta, os anjos que gritam Ai, Ai, Ai!, contra os Cálices que derramam terríveis pragas.

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pág. 12 (Capítulo 2)

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Capa do livro Apocalipse
Páginas: 180
Página atual: 12

 
   
 
   
Os capítulos deste livro:
Capítulo 1 1
Capítulo 2 4
Capítulo 3 14
Capítulo 4 18
Capítulo 5 27
Capítulo 6 33
Capítulo 7 46
Capítulo 8 69
Capítulo 9 75
Capítulo 10 77
Capítulo 11 89
Capítulo 12 99
Capítulo 13 102
Capítulo 14 107
Capítulo 15 112
Capítulo 16 122
Capítulo 17 128
Capítulo 18 143
Capítulo 19 149
Capítulo 20 155
Capítulo 21 160
Capítulo 22 161
Capítulo 23 162
Capítulo 24 170